Após um ano de grandes incertezas e que radicalizou os padrões de consumo, 2021 tem de tudo para servir como cenário para um mercado imobiliário aquecido e mais equilibrado. Deverá ser um momento propício para quem quer negociar seus ativos imobiliários, seja para investidores ou para quem quer uma nova alternativa de moradia.

No mercado imobiliário, pior que inflação é a deflação. Com a retração da economia na última década, o estoque das construtoras em alta e outros fatores fizeram com que imóveis residenciais estagnassem em preço ou até mesmo perdessem valor em algumas regiões. Em 2020, houve um crescimento das vendas e uma diminuição dos lançamentos: com o estoque diminuindo e a Selic em baixa, a balança Oferta X Demanda pela primeira vez em 5 anos estabeleceu um cenário favorável para quem investe, mora ou atua no mercado imobiliário.

Abaixo, mais algumas tendências para o ano:

1- Taxas de juros baixas: Os juros devem aumentar muito levemente este ano. No primeiro semestre do ano a expectativa é de que as taxas de juros permaneçam baixas, resultando em prestações de financiamentos mais viáveis e que podem, inclusive, servir como a porta de entrada para quem busca aquele tão sonhado imóvel. No cenário atual, mesmo que as taxas venham a aumentar, tal mudança não deve impactar o mercado já que existe uma grande concorrência entre os bancos.

2- Investidores em renda fixa e variável: A mesma taxa de juros que diminui o custo de aquisição e construção de imóveis também desestimula investir em renda fixa, fazendo com que mais pessoas procurem imóveis como uma alternativa de renda. Com a retomada da valorização dos imóveis e com os índices de reajustes de aluguel em alta, imóveis residenciais definitivamente representarão um bom lugar para diferentes perfis de investimentos. Além disso, fundos imobiliários também passaram a ser uma boa alternativa para quem pode assumir mais riscos e tem maiores ambições.

3- Imóveis adaptados para o home office: enfrentar uma pandemia trouxe a necessidade de repensar o espaço doméstico como não somente um local de descanso, mas também de trabalho. Na realidade atual o trabalho em formato de home office segue em alta e resulta em procura por casas e apartamentos que possuam espaços tão confortáveis quanto adaptados, já que a existência de um cômodo para comportar os serviços remotos se tornou quase que um pré-requisito.

4- Papel do IGP-M nos reajustes: o IGP-M (Índice Geral de Preços do Mercado) sempre foi e continuará sendo o principal índice a figurar em contratos de aluguel. Todavia, esse índice está cada vez mais distante da realidade nos reajustes. Com a alta das commodities e do dólar, o IGP-M casa vez menos expressa a realidade da valorização dos alugueres exigindo flexibilidade e bom senso na hora de reajustar.

5- Virtualização dos negócios: tanto empresas como clientes continuam sendo virtualizados o máximo possível, numa realidade em que a adoção de vendas online é algo cada vez mais comum. Práticas digitais passam a fazer parte de momentos decisivos e fazem com que a tecnologia e o marketing digital sejam ferramentas essenciais para estreitar as relações entre clientes e empresas. Uma prática que parece vir para ficar é filtrar e triar cada vez melhor os imóveis e fazer vídeo conferências com os clientes, seja dividindo tela com opções de imóveis ou o corretor se dispondo a visitar o ambiente para que o cliente só precise estar presente em imóveis que sejam bem próximos do que ele procura.

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